Posts Tagged ‘Daniel Magno

19
ago
09

Entenda a diferença entre coaching e terapia

terapiaA equipe da Maxxima Gestão de Carreiras, parceira do Blog Ezecutivos,  montou um esquema prático e bem claro para explicar as diferenças entre os serviços prestados pelo coach e o psicólogo. O objetivo é acabar com a confusão que os executivos fazem em torno do tema.  O especialista em transição de carreira e career coach, Daniel Magno, e a psicóloga, recrutadora de equipes e orientadora profissional, Margarida Silva, trazem as informações. Confira:

Excelência:

Coaching –> Funcional / organizacional
Terapia    –> Existencial

Clientes:

Coaching –> Pessoas “bem resolvidas” em fases distintas da carreira: ascensão, recente promoção, afirmação de carreira, sucessão, recém admitidos etc.
Terapia    –> Pessoas que apresentam problemas comportamentais recorrentes, constantes insatisfações e / ou dificuldades de adaptação.

Metodologia:

Coaching –> Estímulo a atitudes proativas através de perguntas diretas (o que e como).
Terapia    –> Depende da linha terapêutica adotada pelo especialista.

Formato:

Coaching –> Encontros ou reuniões individuais semanais, preferencialmente fora do local de trabalho. A evolução pode ser percebida a cada novo encontro.
Terapia    –> Sessões individuais semanais, necessariamente fora do local de trabalho. A evolução pode ser percebida de forma mais tênue.

Perfil do especialista:

Coaching –> Ter interesse genuíno em pessoas, experiências empresariais consistentes e ser reconhecido como referencial na área.
Terapia    –> Necessariamente psicólogo.

Prazo:

Coaching –> Definido antecipadamente entre as partes. 8 a 10 sessões são o mínimo recomendável.
Terapia    –> Longo e variável.

Instrumentos:

Coaching –> Ferramentas de coletas de dados (roteiros, 360°, PPA e entrevistas), exercícios práticos e feedback honesto.
Terapia    –>  Informais. Usa técnicas para geração de insight a partir de informações reservadas da história de vida.

Indicadores de sucesso:

Coaching –> Conquista da posição desejada, aumento da auto-estima, incremento de performance, redução do stress e melhoria nos relacionamentos interpessoais.
Terapia    –> Alívio e desbloqueio dos sintomas apresentados.

Leia também:

Pesquisa revela eficiência dos coaches: saiba como escolher um

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04
ago
09

blog ezecutivos vai publicar artigos em inglês sobre carreira

A partir deste mês o Blog Ezecutivos passa a publicar artigos em inglês, sobre temas atuais e de autoria de experts em carreiras, que orientam executivos na contramão do outplacement. Os textos buscam também ativar o seu network e dar dicas para as situações clássicas de downsizing (demissões conjunturais para readequação da empresa ao mercado, geralmente após fusões, aquisições, incorporações e até fechamento de negócios).  Estes artigos serão publicados, mensalmente, na seção “Acontece no mundo”.

Esta é uma parceria entre o Blog Ezecutivos e a Maxxima Gestão de Carreiras, empresa baiana e pioneira na implantação de um novo modelo de consultoria em Recursos Humanos, com foco em programas destinados à transição e desenvolvimento de carreira. Quem está a frente da Maxxima é o consultor Daniel Magno, que também passa a contribuir com artigos de sua autoria, com exclusividade para o Blog Ezecutivos.

Confira amanhã o primeiro artigo em inglês com o título: “13 Myths and Facts About Downsizing”, de Wayne F. Cascio.

16
maio
09

A hora e a vez da caça: desmitificando os headhunters

Daniel Magno afirma que os headhunters estão perdendo força

Daniel Magno afirma que os headhunters estão perdendo força

“Durante anos vivendo da passividade do emprego, da submissão aos “dengos” dos tais agentes recrutadores e acabrunhados com o próprio desconhecimento do mercado de trabalho, surgem os novos profissionais do século 21…”

 

* Por Daniel Magno Baptista

Durante o final dos anos 80 e boa parte dos anos 90, ganhou força na Bahia a figura do “Headhunter”, aquele profissional que buscava encontrar os melhores profissionais para as posições chaves das empresas. O momento era propício para a proliferação de mais um neologismo, já que estávamos sob a égide do “downsizing”, “reengineering”, “outsourcing”, “core business”, dentre outros. Aos mais desavisados o nome lembrava título de filme de Arnold Schwazenegger ou Harrison Ford, bem no estilo “Blade Runner”.

Enquanto o departamento de pessoal por um lado dava baixas em carteiras de trabalho aos montes, principalmente pela eliminação de funções operacionais e terceirização de atividades ditas “não essenciais”, do outro lado as empresas estavam buscando super-homens para atenderem suas novas e emergentes necessidades estratégicas de competitividade global. Bingo! Recrutadores de pessoal transformaram-se da noite para o dia em “caçadores de talentos”, escudados em metodologia convencional com rótulo de “top secret”. Começa aí a ditadura do caçador, com mais de 10 anos subjugando a caça, aterrorizando o rebanho e vendendo caro sua carne.

Pois bem, agora é a hora e a vez da caça. Os processos de ajustes nas empresas estão se esgotando e todo centro de decisões foi deslocado para as matrizes no Rio ou em São Paulo, inclusive algumas grandes empresas tradicionais da Bahia. Houve um downgrade no quadro gerencial baiano, fazendo com que verdadeiros talentos tenham migrado para outras regiões do país ou redirecionado suas carreiras. Da mesma maneira, os chamados “headhunters” vão lentamente redirecionando suas atuações para outras áreas ou retornando à função de recrutadores de técnicos e especialistas.

Mais do que nunca, agora é a vez da caça. Durante anos vivendo da passividade do emprego, da submissão aos “dengos” dos tais agentes recrutadores e acabrunhados com o próprio desconhecimento do mercado de trabalho, surgem os novos profissionais do século 21, qualificados, polivalentes, seguros, independentes e prontos para deixarem de ser platéia para assumiram o posto de atores principais no teatro da carreira profissional. Esta nova casta de profissionais surge dos escombros dos anos 80 e 90, tomando suas carreiras como patrimônio profissional inalienável e banindo definitivamente os caçadores da savana. Sem caçadores, a caça prolifera e assume o controle do território.

E assim, os velhos e tradicionais caçadores, ante a abundância e dominância da caça, vão perdendo seu valor no mundo animal e descendo alguns degraus na cadeia alimentar. Assim também vão os tempos do “headhunter”, cuja extinção é marcada pela nova maneira com que os profissionais tem encarado suas carreiras, cada vez mais impressas com uma marca personalizada.

* Daniel Magno Baptista é diretor da Maxxima Gestão de Carreira, consultoria empresarial e assessoramento profissional, especializada em transição de carreira e desenvolvimento pessoal.

Obs.: Os textos publicados na seção “Artigos”  são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Blog Ezecutivos.

Leia também:

Matéria da Você  S/A : Dispense o headhunter

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