Archive for the 'Atualidades' Category

22
abr
09

Crise traz altos executivos de volta para o Brasil

Entre os profissionais que desejam voltar ao Brasil, 20% estão nos Estados Unidos: 40% são altos executivos

Entre os profissionais que desejam voltar ao Brasil, 20% estão nos Estados Unidos: 40% são altos executivos

Deu na Folha de São Paulo

Executivos brasileiros que ocupavam altos cargos em empresas no exterior, como diretoria e vice-presidência, agora voltam para o Brasil, espantados pela crise.

A Michael Page Executive Search, braço do grupo Michael Page especializado em cargos elevados, foi procurada por 90 profissionais com este perfil, no primeiro trimestre deste ano.  No mesmo período de 2008,  apenas 15 consultaram  a empresa para retornar ao país.

O primeiro movimento de retorno ocorreu na média gerência, que começou a voltar assim que a crise estourou após a quebra do Lehman Brothers, em setembro. Em dezembro e janeiro, foram os altos executivos, profissionais com 43 anos em média, na maioria homens, de cargos como vice-presidência e diretoria, que passaram a aparecer no Brasil.

SEM ESPAÇO – Apesar de seus currículos, estes executivos têm encontrado dificuldades para se recolocar. Além da crise, que naturalmente restringe o mercado, os profissionais ficaram muito tempo longe e acabaram perdendo o “network” no Brasil.

O tempo de recolocação destes profissionais subiu de três meses para uma projeção de seis meses. O que as empresas estariam procurando são profissionais que tenham rede de contatos local forte ou carteira de clientes consolidada, para atuar no curto prazo.

De acordo com o levantamento feita pela Michael Page, 20% destes executivos interessados em retornar estão nos Estados Unidos, mais 20% estão em outros países da América Latina, 12% estão na França, 10% na Inglaterra e 8% na África do Sul e Oriente Médio.

Em relação aos setores de atuação, 40% são altos executivos e vice-presidentes, 20% são diretores financeiros, 20% diretores de marketing e vendas e 20% são diretores de RH, engenharia e cadeia de suprimentos.

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Viagens corporativas serão mais curtas e menos luxuosas

Especialista desqualifica ranking das marcas mais valiosas do Brasil

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13
abr
09

Especialista desqualifica ranking das marcas mais valiosas do Brasil

José Roberto Martins afirma que colocar o Bradesco no topo do ranking é amadorismo

José Roberto Martins afirma que colocar o Bradesco no topo da lista é amadorismo

Na semana passada, diversas matérias pipocaram pelos sites de jornais e revistas econômicas do País abordando o ranking das 100 marcas mais valiosas do Brasil, depois da divulgação de um estudo realizado pela Brand Finance.  A pesquisa, feita pela quarta vez consecutiva, afirma, dentre outras  coisas, que os bancos brasileiros lideram o ranking das marcas mais valiosas do País (tendo o Bradesco no topo da lista) e o mais surpreendente: que as marcas brasileiras não sofreram desvalorização, mesmo em meio a atual e assustadora crise financeira.

O Blog Ezecutivos ficou com a pulga atrás da orelha e conversou com um especialista em branding – conjunto de ações ligadas à administração das marcas – para saber o que ele acha dessa história. Leia nas linhas abaixo o abacaxi que José Roberto Martins,  diretor-fundador da GlobalBrands e coordenador do MBA Empresarial em Branding da FAAP, descasca sobre este levantamento.  Para você se animar e ler até o final, te dou um drops com uma das frases utilizadas por Martins na entrevista:

 “Esses rankings não servem para nada, apenas para vender consultoria aos destreinados”

Leia agora a íntegra da entrevista exclusiva para o Blog Ezecutivos:

Blog Ezecutivos –  O estudo apontou que a crise econômica mundial não influenciou o valor das 100 maiores marcas brasileiras. Que tipo de conseqüências estas marcas podem ter sofrido, então, diante desta turbulência?  Os bancos, por exemplo, que ocupam o topo da lista.

José Roberto Martins – Claro que a crise influenciou o valor das marcas. Devemos lembrar que tais pesquisas são realizadas por consultorias que vivem disso, e, portanto, estão interessadas em valorizar a idéia de que as marcas são recursos à prova de crises. Não é bem assim. No meu entender, por exemplo, não faz sentido acreditar que a marca Bradesco é a mais valiosa do Brasil, haja vista a perda da sua condição de maior banco privado brasileiro, tendência que tem sido verificada há pelo menos três anos. Claro que é uma marca ainda bastante forte, mas dizer que é a mais valiosa chega a ser amador.

BE – Quais os setores mais afetados e por quê? Consequentemente, quais as marcas mais afetadas pela atual conjuntura?

JRM – O pior não é a marca  não ser a mais valiosa, pois, como já mencionei, esses rankings não valem absolutamente nada em termos de pesquisa econômica de ponta. O pior é a marca celebrar tal condição, achando que mesmo contra todas as evidências, ela continua forte. É preciso mergulhar nas entranhas do Bradesco, por exemplo, e verificar porque o banco tem perdido posições de mercado: o que está acontecendo com a sua administração?

Veja o caso da marca Sadia, também celebrada muitas vezes como a mais valiosa do Brasil na sua categoria, chegando, inclusive, a celebrar tal fato em seus relatórios anuais. Por baixo, e fora dos holofotes, a marca sofria problemas de gestão, que culminaram nos recentes fracassos, levando quase à eliminação da marca. Prova de que esses rankings não servem para nada, apenas para vender consultoria aos destreinados.

BE – Qual a postura as empresas devem adotar para manter a força das suas marcas? Quais atitudes devem ser colocadas em prática?

JRM – Marcas não estão à prova de balas. Precisam ser administradas com inteligência e um plano de branding muito bem focado nas forças que sustentam a imagem. Na maioria dos casos, a marca não sobrevive ou se desenvolve desde palavras bonitas ou festinhas custosas. É preciso muito sangue, suor e lágrimas para manter uma marca séria no topo. Atualmente, isso tem sido tarefa para bem poucas. Poucas mesmo!

08
abr
09

Empresário tem menos de dois meses para se adequar ao SPED

Cuidado com os prazos!

Não deixe a integração da empresa para última hora

O início de 2009 marca uma importante e inovadora mudança na área fiscal e contábil.

* Dora Ramos

As exigências do SPED – Sistema Público de Escrituração Digital devem ser cumpridas pelas empresas até janeiro, no que se refere ao âmbito fiscal, e junho, para o contábil. Portanto, é imprescindível que, dentro deste prazo, todos aqueles que possuem um CNPJ estejam em dia com as exigências do SPED.

Mas, afinal de contas, o que é o Sistema Público de Escrituração Digital?

O SPED tem por objetivo integrar a atuação do fisco nas três esferas do governo (municipal, estadual e federal) e uniformizar o processo de coleta de dados. Divide-se em três segmentos:

Contábil: representa a substituição dos livros de escrituração mercantil pelo mecanismo digital;

Fiscal: é um arquivo digital, constituído pelas escriturações de documentos fiscais e outras informações que interessam aos fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil, além dos registros de apuração dos impostos referentes às operações praticadas pelo contribuinte;

Nota Fiscal Eletrônica: faz parte de um processo de integração fiscal, visando o melhor compartilhamento de informações entre os fiscos, facilitando o cumprimento das obrigações tributárias, assim como o pagamento de impostos ou contribuições, além de fortalecer o controle fiscal.

Desse modo, a fiscalização realizada sobre o imposto de renda se tornará mais prática e eficiente, uma vez que as escriturações receberão um padrão digital e único. Além disso, haverá uma redução de custos no armazenamento de documentos e mais segurança para o contribuinte, que praticamente não correrá riscos de fraudes fiscais. Outro dado positivo a favor do novo sistema é o fato de a sonegação de impostos se tornar muito mais difícil. Como todas as empresas estarão inscritas no modelo, as alternativas para burlar a lei serão muito menores.

Muitas empresas encontram dificuldades para se adequarem ao SPED, pois são inúmeras prestações de contas para serem feitas e a familiarização com os programas do sistema leva algum tempo para acontecer. Além disso, há o problema com o cadastramento, já que com a proximidade da data limite da escrituração digital, o número de entidades administrativas em busca da regularização dos dados é cada vez maior. No entanto, o pior problema é justamente a indiferença por parte de alguns empresários que teimam em deixar a integração da empresa para a última hora, como se essa realidade fosse ainda uma ilusão.

A organização é fundamental nesse momento. Tome cuidado com os prazos e busque se informar a respeito de todas as regulamentações que devem ser feitas para sua empresa.

* Dora Ramos atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos. É fundadora e contadora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial.

24
mar
09

E-commerce brasileiro tem forte potencial de expansão

Consumidores de baixa renda detêm 67% dos cartões de crédito do País

Consumidores de baixa renda detêm 67% dos cartões de crédito do País

Os internautas brasileiros movimentaram nada menos do que
R$ 8,2 bilhões no comércio eletrônico, em 2008. E os consumidores de baixa renda, distribuídos nas classes C, D e E, estão ganhando destaque neste cenário.  Pesquisas recentes, divulgadas por empresas do setor, apontam que este público tem consumido mais produtos e serviços por meio do e-commerce.

De acordo com a agência de publicidade Avenida Brasil – única do país especializada em consumo de baixa renda – o potencial de expansão do e-commerce brasileiro é enorme, já que os consumidores da base da pirâmide econômica detêm, hoje, 67% dos cartões de crédito no País e as vendas de computadores para estas classes também vem crescendo.

Com estas informações em mãos, especialistas em e-commerce e executivos interessados nesta fatia de mercado se reúnem, no dia 25 de março de 2009, na Conferência E-Commerce para Baixa Renda, realizada no auditório Auditório Caex Berrini, em São Paulo.

SERVIÇO:

Evento: Conferência  E-Commerce para Baixa Renda 
Local: Auditório Caex Berrini
Rua Flórida, 1758 – Cidade Monções – 7ºandar
São Paulo – SP – Brasil
Data: 25 de março de 2009
Horário: das 09 às 18 horas

24
mar
09

Viagens corporativas serão mais curtas e menos luxuosas

Viagens corporativas tendem a ser menos luxuosas

Viagens a negócios representam terceiro maior gasto das empresas

Menos luxo e mais economia nas viagens corporativas. Foi o que  uma pesquisa encomendada pela Unidade de Inteligência Econômica da revista britânica  The Economist mostrou: os viajantes a negócios terão de se adaptar a orçamentos mais apertados em 2009.

O estudo “The Austere Traveller – the effect of corporate cutbacks on hotels” , realizado pela Amadeus, empresa líder global em tecnologia para a indústria de viagens e turismo, ouviu 354 executivos de várias partes do mundo.  O resultado é que estes profissionais planejam viajar menos a negócios em 2009 e, quando saírem de suas bases, pretendem fazer viagens menos prolongadas, portanto mais econômicas.

Nesta perspectiva, Norberto Odebrecht e companhia não vão passar aperto. Com ou sem crise, o megaempresário da construção civil sempre fez questão de viajar em classe econômica. Seus executivos, por respeito – e muitos até por medo de encontrar o chefe no avião –, também seguiam a regra religiosamente.

Para vocês terem uma idéia, companheiros, o mercado de viagens corporativas movimentou valores superiores a 700 milhões de dólares em 2007, o que representa, em média, o terceiro maior gasto das companhias. Portanto, neste cenário de crise, o corte que oferece menos dor na consciência do alto escalão é o conforto, o supérfluo. Tanto é que mais de 28% dos entrevistados afirmaram que passarão a frequentar hotéis com menos de quatro ou cinco estrelas.

A eficiência dos serviços básicos é o fundamental para eles. Cerca de 20% dos entrevistados apontaram uma boa conexão à Internet como prioritária e o ambiente calmo e silencioso do apartamento como segundo ponto importante.

 

A pesquisa  revela também que:

– 47% dos profissionais entrevistados pretendem viajar menos nos próximos 12 meses.
– 63% da amostra espera que suas empresas aproveitem a atual situação econômica para conseguir melhores tarifas nos hotéis.
– 61% mencionaram que um fator decisivo na escolha de um hotel em 2009 serão as marcas de confiança, que apresentem um nível de serviço homogêneo em diferentes locais.
– Os serviços mais importantes mencionados são: Internet (76%), silêncio no apartamento (56%), um bom sistema de transportes (54%) e a localização central (52%).
– Sistemas ágeis de check-in e check-out são essenciais para 64% dos entrevistados. 
– 68% dos executivos em trânsito esperam hospedar-se em hotéis com flexibilidade na alteração de pedidos.
– 59% desejam uma rápida resolução de eventuais problemas.
–  Quase um terço da amostra (29%)  exprimiu ainda o interesse por hotéis que mantêm um histórico das suas preferências.

E você? Já mudou sua rotina de viagens?




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